Call for Papers
International Conference on Macau Narratives
Faculty of Social Sciences and Humanities/New University of Lisbon
Fundação Oriente
Lisbon, Portugal
8, 9, 10 May 2013
Venue: Orient Museum (Lisbon, Portugal)
In 2013, to mark the 500-year anniversary of the arrival of Jorge Álvares in China and of Sino-Portuguese relations, the Centre for English, Translation and Anglo-Portuguese Studies (CETAPS) and the Centre for Overseas History (CHAM) of the New University of Lisbon, and the Fundação Oriente will organise an interdisciplinary International Conference on Macau Narratives.
Since the sixteenth century Macau has been narrated and represented through historical, historiographical and literary texts, as well as by films, paintings and other works of art in museums, archives and institutions all over the world. These kinds of narratives and other will be analysed during the three days of the conference by international scholars. Potential contributors are invited to submit a 300 word abstract on themes related to any of the following conference tracks:
Macau Studies
Historical/Historiographical Narratives on Macau
Macanese and Lusophone Culture and Diaspora
Portuguese Expansion
Orientalism
Exoticism/Representing the Other
Inter-Arts Dialogue and China Trade Art
Colonial and Post-Colonial Studies
European Empires in Asia
Anglo-Portuguese Relations in Asia
Hong Kong Studies
Travel Writing on Macau
Literary and Museum Representations
Luso-Asian Pidgins and Creoles
Sino-Western Relations
Working languages: Portuguese, English, Spanish. No translation will be provided.
Papers and panels on the above themes are invited. However, papers/panels on other subjects related to the above topics will also be considered. Participants will be held to a twenty minute presentation limit.
Please submit an abstract or a full paper (MLA style) and a bio note, by September 30, 2012, to:
Rogério Miguel Puga
macaunarrativesconference@hotmail.com and coloquios.cham@fcsh.unl.pt
To insure prompt notification, please include your e-mail address on your submission. If you are willing to chair a session, please note this at the top of your abstract.
Advisory Committee
Adelaide Meira Serras (CEAUL, University of Lisbon, Portugal)
Agnès Levécot (Sorbonne Nouvelle University, Paris 3, France)
Alan Baxter (Universidade Federal da Baía, Brazil)
Alexandra Curvelo (CHAM, New University of Lisbon, Portugal)
Ana Maria Amaro (Portuguese Institute of Sinology, Portugal)
Ana Paula Laborinho (CEC, University of Lisbon; Camões Institute, Portugal)
Ana Paula Avelar (Open University; CHAM, Portugal)
Cathryn H. Clayton (University of Hawai’i, USA)
César Guillén Nuñez (Ricci Institute, Macau)
David Brookshaw (University of Bristol, United Kingdom)
Elsa Penalva (CHAM, New University of Lisbon, Portugal)
George Bryan Souza (University of Texas, EUA)
Isabel Simões Ferreira (School of Communication and Media Studies, Polytechnic Institute of Lisbon, Portugal; CETAPS, Portugal)
Isabel Tomás (New University of Lisbon, Portugal)
João de Deus Ramos (ambassador, Fundação Oriente, Portugal)
João Paulo Ascenso Pereira da Silva (CETAPS, New University of Lisbon, Portugal)
João Paulo Oliveira e Costa (CHAM, New University of Lisbon, Portugal)
João de Pina Cabral (Institute of Social Sciences, University of Lisbon, Portugal)
José Carlos Venâncio (University of Beira Interior, Portugal)
Luís Filipe Barreto (Scientific and Cultural Centre of Macau, Portugal)
Luísa Leal de Faria (Catholic University of Portugal; CEAUL, University of Lisbon)
Maria Leonor Machado de Sousa (CETAPS, New University of Lisbon, Portugal)
Maria Zulmira Castanheira (CETAPS, New University of Lisbon, Portugal)
Moisés Silva Fernandes (Institute of Social Sciences; Confucius Institute, University of Lisbon, Portugal)
Mónica Simas (University of São Paulo, Brazil)
Patrick Conner (Martin Gregory Gallery, London, United Kingdom)
Paul Van Dyke (University of Macau, Macau)
Peter Cunich (University of Hong Kong)
Piero Ceccucci (University of Florence, Italy)
Roderich Ptak (Ludwig-Maximilians University, Munich, Germany)
Rogério Miguel Puga (CETAPS; CHAM, New University of Lisbon)
Rui Loureiro (CHAM, New University of Lisbon, Portugal)
Rui Martins (University of Macau, Macau)
Zhidong Hao (University of Macau)
Conference website: http://cham.fcsh.unl.pt/internationalconferencemacaunarratives.html
Quarta-feira, Dezembro 28, 2011
Sexta-feira, Dezembro 03, 2010
Seminário Permanente de Estudos sobre Macau: Ecos de Macau em Miguel Torga e Eugénio de Andrade: O Exotismo da Palavra (Doutora Dora Gago)
No próximo dia 10 de Dezembro, pleas 18.00h, terá lugar, na sala multiusos 2, piso 4, edifício ID da FCSH, a segunda sessão do Seminário Permanente de Estudos sobre Macau.
A Doutora Dora Gago (Centro de Línguas e Culturas da Universidade de Aveiro/FCT) apresentará a comunicação:
Ecos de Macau em Miguel Torga e Eugénio de Andrade: O Exotismo da Palavra
......................................
Seminário Permanente de Estudos sobre Macau
CETAPS e CHAM
FCSH
Universidade Nova de Lisboa
10 de Dezembro
17.30h
Dora Gago
Centro de Línguas e Culturas da Universidade de Aveiro/FCT
FCSH, Universidade Nova de Lisboa
Sala Multiusos 2, Piso 4, Edifício ID
Abstract:
O encontro e desencontro entre Oriente e Ocidente, configurado pelo “exotismo” da palavra, evidencia-se em algumas passagens do Diário XV de Miguel Torga e em Pequeno Caderno do Oriente de Eugénio de Andrade, onde ecoam as incursões feitas pelos autores, por Macau, respectivamente, em 1987 e 1990.
Este Seminário pretende reflectir acerca das impressões reveladas por estes escritores nas obras supramencionadas. Nelas, através de matrizes discursivas diversas, surgem referências à paisagem, ao povo, à cultura, irmanadas pela demanda, naquele território estrangeiro, das marcas da pátria, duma identidade sempre entrecruzada pela alteridade, na senda de dois poetas que os antecederam e que habitaram ou percorreram aquelas paragens: Camões e Camilo Pessanha.
O poster do evento seguirá brevemente.
Rogério Miguel Puga
CETAPS, CHAM
FCSH
Universidade Nova de Lisboa
A Doutora Dora Gago (Centro de Línguas e Culturas da Universidade de Aveiro/FCT) apresentará a comunicação:
Ecos de Macau em Miguel Torga e Eugénio de Andrade: O Exotismo da Palavra
......................................
Seminário Permanente de Estudos sobre Macau
CETAPS e CHAM
FCSH
Universidade Nova de Lisboa
10 de Dezembro
17.30h
Dora Gago
Centro de Línguas e Culturas da Universidade de Aveiro/FCT
FCSH, Universidade Nova de Lisboa
Sala Multiusos 2, Piso 4, Edifício ID
Abstract:
O encontro e desencontro entre Oriente e Ocidente, configurado pelo “exotismo” da palavra, evidencia-se em algumas passagens do Diário XV de Miguel Torga e em Pequeno Caderno do Oriente de Eugénio de Andrade, onde ecoam as incursões feitas pelos autores, por Macau, respectivamente, em 1987 e 1990.
Este Seminário pretende reflectir acerca das impressões reveladas por estes escritores nas obras supramencionadas. Nelas, através de matrizes discursivas diversas, surgem referências à paisagem, ao povo, à cultura, irmanadas pela demanda, naquele território estrangeiro, das marcas da pátria, duma identidade sempre entrecruzada pela alteridade, na senda de dois poetas que os antecederam e que habitaram ou percorreram aquelas paragens: Camões e Camilo Pessanha.
O poster do evento seguirá brevemente.
Rogério Miguel Puga
CETAPS, CHAM
FCSH
Universidade Nova de Lisboa
Sexta-feira, Novembro 12, 2010
Macau Talk: Institute of Commonwealth Studies (University of London)
http://commonwealth.sas.ac.uk/events/forthcoming-events.html
Institute of Commonwealth Studies (University of London)
Maritime Trade, Merchants and Migrants
Speakers:
5.30-6.00 pm "The British Cultural Presence in China before the Establishment of Hong Kong: East India Company and Private Merchants in Macao (18th-19th centuries)", Dr Rogerio Miguel Puga, CETAPS-Universidade de Nova Lisboa/FCT, Portugal
6.00-6.30 pm "The Role of African Migration in the Development of Western Trade with China and Japan", Dr Shihan de Silva, Institute of Commonwealth Studies
6.30-7.00 pm Discussion/Q & A session
Date: Friday 12 November
Time: 17:30 - 19:00
Venue: Room 274 (Stewart House)
Institute of Commonwealth Studies (University of London)
Maritime Trade, Merchants and Migrants
Speakers:
5.30-6.00 pm "The British Cultural Presence in China before the Establishment of Hong Kong: East India Company and Private Merchants in Macao (18th-19th centuries)", Dr Rogerio Miguel Puga, CETAPS-Universidade de Nova Lisboa/FCT, Portugal
6.00-6.30 pm "The Role of African Migration in the Development of Western Trade with China and Japan", Dr Shihan de Silva, Institute of Commonwealth Studies
6.30-7.00 pm Discussion/Q & A session
Date: Friday 12 November
Time: 17:30 - 19:00
Venue: Room 274 (Stewart House)
Seminário Permanente de Estudos sobre Macau. PRIMEIRA SESSÃO: A Poesia de Alberto Estima de Oliveira
Seminário Permanente de Estudos sobre Macau
PRIMEIRA SESSÃO:
11 de Novembro 2010, 14h, na FCSH, Universidade Nova, edifício de investigação.
Título da comunicação: "Oriente/Ocidente: a poesia de Alberto Estima de Oliveira, a arte de Tomie Ohtake".
Mónica Simas [Universidade de São Paulo (USP), Brasil].
RESUMO:
O binômio Oriente/Ocidente é descrito, muitas vezes, em determinada tradição discursiva, como um par de polaridades essencialmente antagônico, no entanto, as redes de contatos que o envolvem e que se formaram histórica e geograficamente evidenciam ações afirmativas de interatividade constantes. Este Seminário pretende refletir sobre articulações estéticas híbridas em contextos de trocas culturais complexos a partir da poesia de Alberto Estima de Oliveira (1934 - 2008), escrita em Macau, e da obra da artista nipo-brasileira Tomie Ohtake (1913), realizada no Brasil. Com 7 títulos publicados em Macau, entre 1987 e 1999 e, mais recentemente, com uma primeira antologia publicada em Portugal, em 2003, Alberto Estima de Oliveira foi inventor de uma poesia densa e criativa, uma das mais expressivas em língua portuguesa, radicalmente aberta ao outro no diálogo constante com os mundos possíveis da realidade humana. Tomie Ohtake nasceu em Kioto e chegou ao Brasil em 1936, com 23 anos, sendo, hoje, uma das assinaturas mais consagradas no campo das Artes, tendo realizado mais de uma centena de exposições e recebido, pelo menos, uma dezena de prêmios. Se, como afirma Haroldo de Campos, a crítica não tem elementos para identificar claramente a maneira pessoal como a artista está ligada às raízes japonesas, poder-se-ia apontar, por outro lado, para a o lugar enigmático que Macau ocupa na constituição da poesia de Alberto Estima de Oliveira. Ao evitar a referencialização, o silêncio torna-se uma mola fundante do ser da poesia deste último. Na obra daquela, ao se transpor o figurativismo, o vazio passa a intensificar o corpo/cor que abriga as mais diversas formas. Ambos foram artistas independentes com percursos pessoais. E, sobretudo, ambos articularam o binômio Oriente/Ocidente rasurando a antiga dicotomia em sensíveis vibrações.
PRIMEIRA SESSÃO:
11 de Novembro 2010, 14h, na FCSH, Universidade Nova, edifício de investigação.
Título da comunicação: "Oriente/Ocidente: a poesia de Alberto Estima de Oliveira, a arte de Tomie Ohtake".
Mónica Simas [Universidade de São Paulo (USP), Brasil].
RESUMO:
O binômio Oriente/Ocidente é descrito, muitas vezes, em determinada tradição discursiva, como um par de polaridades essencialmente antagônico, no entanto, as redes de contatos que o envolvem e que se formaram histórica e geograficamente evidenciam ações afirmativas de interatividade constantes. Este Seminário pretende refletir sobre articulações estéticas híbridas em contextos de trocas culturais complexos a partir da poesia de Alberto Estima de Oliveira (1934 - 2008), escrita em Macau, e da obra da artista nipo-brasileira Tomie Ohtake (1913), realizada no Brasil. Com 7 títulos publicados em Macau, entre 1987 e 1999 e, mais recentemente, com uma primeira antologia publicada em Portugal, em 2003, Alberto Estima de Oliveira foi inventor de uma poesia densa e criativa, uma das mais expressivas em língua portuguesa, radicalmente aberta ao outro no diálogo constante com os mundos possíveis da realidade humana. Tomie Ohtake nasceu em Kioto e chegou ao Brasil em 1936, com 23 anos, sendo, hoje, uma das assinaturas mais consagradas no campo das Artes, tendo realizado mais de uma centena de exposições e recebido, pelo menos, uma dezena de prêmios. Se, como afirma Haroldo de Campos, a crítica não tem elementos para identificar claramente a maneira pessoal como a artista está ligada às raízes japonesas, poder-se-ia apontar, por outro lado, para a o lugar enigmático que Macau ocupa na constituição da poesia de Alberto Estima de Oliveira. Ao evitar a referencialização, o silêncio torna-se uma mola fundante do ser da poesia deste último. Na obra daquela, ao se transpor o figurativismo, o vazio passa a intensificar o corpo/cor que abriga as mais diversas formas. Ambos foram artistas independentes com percursos pessoais. E, sobretudo, ambos articularam o binômio Oriente/Ocidente rasurando a antiga dicotomia em sensíveis vibrações.
Seminário Permanente de Estudos sobre Macau (Lisboa)
Seminário Permanente de Estudos sobre Macau
Organização: CETAPS e CHAM (Universidade Nova de Lisboa). Convidamos os investigadores a apresentar propostas e datas para sessões (comunicações) para este Seminário Permanente.
Coordenação: Rogério Miguel Puga (rogerio.puga@fcsh.unl.pt)
O SEMINÁRIO: Este seminário (permanente) serve para qualquer investigador que estude Macau apresentar, na data que escolher, uma palestra sobre a sua investigação. Pode ter lugar em qualquer dia do ano, e apoiará também a revista European Journal of Macao Studies, para que Portugal seja cada vez mais a plataforma de investigação europeia/ocidental sobre Macau. É coordenado por Rogério Miguel Puga (Universidade Nova de Lisboa), sendo uma iniciativa conjunta do Centre for English, Translation and Anglo-Portuguese Studies (CETAPS) e do Centro de História de Além-Mar (CHAM), da Universidade Nova. Qualquer interessado de qualquer parte do mundo poderá contactar o corrdenador e propôr uma sessão da sua autoria do seminário (rogerio.puga@fcsh.unl.pt).
Organização: CETAPS e CHAM (Universidade Nova de Lisboa). Convidamos os investigadores a apresentar propostas e datas para sessões (comunicações) para este Seminário Permanente.
Coordenação: Rogério Miguel Puga (rogerio.puga@fcsh.unl.pt)
O SEMINÁRIO: Este seminário (permanente) serve para qualquer investigador que estude Macau apresentar, na data que escolher, uma palestra sobre a sua investigação. Pode ter lugar em qualquer dia do ano, e apoiará também a revista European Journal of Macao Studies, para que Portugal seja cada vez mais a plataforma de investigação europeia/ocidental sobre Macau. É coordenado por Rogério Miguel Puga (Universidade Nova de Lisboa), sendo uma iniciativa conjunta do Centre for English, Translation and Anglo-Portuguese Studies (CETAPS) e do Centro de História de Além-Mar (CHAM), da Universidade Nova. Qualquer interessado de qualquer parte do mundo poderá contactar o corrdenador e propôr uma sessão da sua autoria do seminário (rogerio.puga@fcsh.unl.pt).
Segunda-feira, Outubro 25, 2010
Seminário de Homenagem ao Doutor Henrique Senna Fernandes (29 Out., 14.30h, Lisboa)
Seminário de Homenagem ao Doutor Henrique Senna Fernandes (1923-2010)
29 de Outubro
14.30h
Local do evento: Casa de Macau de Lisboa
(Av. Almirante Gago Coutinho, n. 142, 1700-033 Lisboa)
Organização: CETAPS (Centre for English, Translation and Anglo-Portuguese Studies), FCSH, Universidade Nova de Lisboa/FCT.
Programa:
Entre as 14.30 e as 18.30 horas serão apresentadas várias comunicações sobre a obra literária e as mais variadas dimensões da vida do autor, bem como testemunhos pessoais. Serão ainda lidos poemas dedicados a Henrique de Senna Fernandes por poetas de Macau e portugueses. Uma parte dos participantes, mesmo não podendo estar presente enviou os seus textos para serem lidos.
14. 30h Sessão de abertura
João Paulo Ascenso Pereira da Silva
Vice-coordenador do CETAPS
14.40h Sessões contínuas:
- Ana Paula Laborinho (Instituto Camões, Portugal): Testemunho pessoal
- Rodrigo Leal de Carvalho (escritor): “O Henrique e Eu”
- Vanessa Sérgio (Universidade de Paris Ouest Nanterre La Défense): “Henrique de Senna Fernandes, Um Incansável Contador de Histórias”
- David Brookshaw (Universidade de Bristol): “Senna Fernandes em Londres”
- Maria Antónia Espadinha (Universidade de Macau): “"Conhecer Macau pela Mão de Henrique de Senna Fernandes”
- José Carlos Venâncio (Universidade da Beira Interior, Portugal): “O Escritor do Inconformismo Macaense: Henrique de Senna Fernanades”
- Mónica Simas (Universidade de São Paulo, Brasil): “Macau, Identidade Além do Tempo”
- Gustavo Infante (Universidade de Bristol): “‘Nan Van’: Contos-Lugares de Memória”
- Beatriz Basto Silva (Portugal): Testemunho pessoal
- Michela Graziani (Universidade de Florença, Itália): “Nam Van e a Essência de Cereja. O Sentido da Amizade em Henrique de Senna Fernandes”
- João Basto Silva (Portugal): Testemunho pessoal
- Lurdes Escaleira (Instituto Politécnico de Macau): “Henrique de Senna Fernandes: Um Legado a Não Esquecer”
- João Botas (jornalista, investigador, autor do blog Macau Antigo): Testemunho pessoal
- Lúcia Lemos (fotógrafa e autora da fotobiografia O Olhar de Henrique de Senna Fernandes: Fragmentos, Macau): “Quatro Anos”
- Henrique J. Manhão (Casa de Macau, Califórnia, Estados Unidos da América): “Dr. Henrique de Senna Fernandes – Homem Extraordinário”
- Miguel de Senna Fernandes: Testemunho pessoal
16. 30h Coffee-break
- Celina Veiga de Oliveira (Sociedade de Geografia de Lisboa, editora e investigadora): “O Conto na Obra de Henrique de Senna Fernandes”
- António Estácio (Portugal): “Na Peugada de Henrique de Senna Fernandes”
- Margarida Duarte (Instituto Camões): “Ver o Outro – A Pedagogia do Olhar”
- Leonor Diaz de Seabra (Universidade de Macau): “Testemunho (de Amizade)”
- Joseph Abraham Levi (George Washington University, Estados Unidos da América): “Henrique de Senna Fernandes (1923-2010): Um Vulto, um Povo, uma História”
- Vítor Serra de Almeida (Sociedade de Geografia de Lisboa): “O Papel do Dr. Henrique de Senna Fernandes no Ensino em Macau: Os Anos do Liceu Nacional Infante D. Henrique”
- Perpétua Santos Silva (CIES/ISCTE-IUL): "Breve Olhar Sociológico sobre a Obra de Henrique de Senna Fernandes"
- António Graça Abreu (Portugal): Testemunho pessoal
- Rogério Miguel Puga (CETAPS): “Amor e Dedinhos de Pé: Um Bildungsroman Duplo”
18.30h Cerimónia de encerramento:
Yao Jingming (Universidade de Macau): Leitura dos poemas “Baía” e “Filho da Terra”.
29 de Outubro
14.30h
Local do evento: Casa de Macau de Lisboa
(Av. Almirante Gago Coutinho, n. 142, 1700-033 Lisboa)
Organização: CETAPS (Centre for English, Translation and Anglo-Portuguese Studies), FCSH, Universidade Nova de Lisboa/FCT.
Programa:
Entre as 14.30 e as 18.30 horas serão apresentadas várias comunicações sobre a obra literária e as mais variadas dimensões da vida do autor, bem como testemunhos pessoais. Serão ainda lidos poemas dedicados a Henrique de Senna Fernandes por poetas de Macau e portugueses. Uma parte dos participantes, mesmo não podendo estar presente enviou os seus textos para serem lidos.
14. 30h Sessão de abertura
João Paulo Ascenso Pereira da Silva
Vice-coordenador do CETAPS
14.40h Sessões contínuas:
- Ana Paula Laborinho (Instituto Camões, Portugal): Testemunho pessoal
- Rodrigo Leal de Carvalho (escritor): “O Henrique e Eu”
- Vanessa Sérgio (Universidade de Paris Ouest Nanterre La Défense): “Henrique de Senna Fernandes, Um Incansável Contador de Histórias”
- David Brookshaw (Universidade de Bristol): “Senna Fernandes em Londres”
- Maria Antónia Espadinha (Universidade de Macau): “"Conhecer Macau pela Mão de Henrique de Senna Fernandes”
- José Carlos Venâncio (Universidade da Beira Interior, Portugal): “O Escritor do Inconformismo Macaense: Henrique de Senna Fernanades”
- Mónica Simas (Universidade de São Paulo, Brasil): “Macau, Identidade Além do Tempo”
- Gustavo Infante (Universidade de Bristol): “‘Nan Van’: Contos-Lugares de Memória”
- Beatriz Basto Silva (Portugal): Testemunho pessoal
- Michela Graziani (Universidade de Florença, Itália): “Nam Van e a Essência de Cereja. O Sentido da Amizade em Henrique de Senna Fernandes”
- João Basto Silva (Portugal): Testemunho pessoal
- Lurdes Escaleira (Instituto Politécnico de Macau): “Henrique de Senna Fernandes: Um Legado a Não Esquecer”
- João Botas (jornalista, investigador, autor do blog Macau Antigo): Testemunho pessoal
- Lúcia Lemos (fotógrafa e autora da fotobiografia O Olhar de Henrique de Senna Fernandes: Fragmentos, Macau): “Quatro Anos”
- Henrique J. Manhão (Casa de Macau, Califórnia, Estados Unidos da América): “Dr. Henrique de Senna Fernandes – Homem Extraordinário”
- Miguel de Senna Fernandes: Testemunho pessoal
16. 30h Coffee-break
- Celina Veiga de Oliveira (Sociedade de Geografia de Lisboa, editora e investigadora): “O Conto na Obra de Henrique de Senna Fernandes”
- António Estácio (Portugal): “Na Peugada de Henrique de Senna Fernandes”
- Margarida Duarte (Instituto Camões): “Ver o Outro – A Pedagogia do Olhar”
- Leonor Diaz de Seabra (Universidade de Macau): “Testemunho (de Amizade)”
- Joseph Abraham Levi (George Washington University, Estados Unidos da América): “Henrique de Senna Fernandes (1923-2010): Um Vulto, um Povo, uma História”
- Vítor Serra de Almeida (Sociedade de Geografia de Lisboa): “O Papel do Dr. Henrique de Senna Fernandes no Ensino em Macau: Os Anos do Liceu Nacional Infante D. Henrique”
- Perpétua Santos Silva (CIES/ISCTE-IUL): "Breve Olhar Sociológico sobre a Obra de Henrique de Senna Fernandes"
- António Graça Abreu (Portugal): Testemunho pessoal
- Rogério Miguel Puga (CETAPS): “Amor e Dedinhos de Pé: Um Bildungsroman Duplo”
18.30h Cerimónia de encerramento:
Yao Jingming (Universidade de Macau): Leitura dos poemas “Baía” e “Filho da Terra”.
Quarta-feira, Outubro 20, 2010
Nottingham Advance Research Fellowships (Contemporaray China)
Nottingham Advance Research Fellowships *
The University of Nottingham will offer six *Advance Research
Fellowships* (ARF) in 2011. The *School of Contemporary Chinese Studies*
welcomes Expressions of Interest (EOI) from qualified scholars who wish
to research topics related to contemporary China (broadly defined). The
ARF is open to scholars who have completed their PhD and with less than
six years post-completion experience. Details of the fellowship can be
found at the link below:
http://www.nottingham.ac.uk/researchstaff/nottinghamadvanceresearchfellowships2011/index.aspx
There is a two stage process. An EOI must be submitted to the School
before 8 November 2010. From these EOI the Faculty will select five
applicants to prepare a full application that will be due on 5 January
2011. There will be only one award per Faculty. Potential applicants
interested in having the School of Contemporary Chinese Studies host the
ARF should send an email indicating their interest that includes 1. a CV
2. the title and abstract of their PhD thesis and 3. a one page proposal
that outlines the research they propose to conduct during the fellowship
and who among the staff of the school might be a suitable mentor with
whom they would like to collaborate. The School web site has details of
staff research interests. Based on this material we will advise
potential applicants whether we are interested in supporting the
submission of the EOI Template that is due by 8 November.
http://www.nottingham.ac.uk/chinese/index.aspx
Please send you CV and draft proposal as soon as possible to the Head of
School, Prof Shujie Yao (shujie.yao@nottingham.ac.uk
) or the Research Director,
Associate Prof Stephen Morgan (s.morgan@nottingham.ac.uk
). If asked to submit an EOI
template this will be due by 8 November 2010.
The University of Nottingham will offer six *Advance Research
Fellowships* (ARF) in 2011. The *School of Contemporary Chinese Studies*
welcomes Expressions of Interest (EOI) from qualified scholars who wish
to research topics related to contemporary China (broadly defined). The
ARF is open to scholars who have completed their PhD and with less than
six years post-completion experience. Details of the fellowship can be
found at the link below:
http://www.nottingham.ac.uk/researchstaff/nottinghamadvanceresearchfellowships2011/index.aspx
There is a two stage process. An EOI must be submitted to the School
before 8 November 2010. From these EOI the Faculty will select five
applicants to prepare a full application that will be due on 5 January
2011. There will be only one award per Faculty. Potential applicants
interested in having the School of Contemporary Chinese Studies host the
ARF should send an email indicating their interest that includes 1. a CV
2. the title and abstract of their PhD thesis and 3. a one page proposal
that outlines the research they propose to conduct during the fellowship
and who among the staff of the school might be a suitable mentor with
whom they would like to collaborate. The School web site has details of
staff research interests. Based on this material we will advise
potential applicants whether we are interested in supporting the
submission of the EOI Template that is due by 8 November.
http://www.nottingham.ac.uk/chinese/index.aspx
Please send you CV and draft proposal as soon as possible to the Head of
School, Prof Shujie Yao (shujie.yao@nottingham.ac.uk
Associate Prof Stephen Morgan (s.morgan@nottingham.ac.uk
template this will be due by 8 November 2010.
Terça-feira, Outubro 19, 2010
MÁRIO PINHARANDA VAI DEFENDER TESE DE DOUTORAMENTO SOBRE O PATUÁ (Tribuna de Macau, 18-10)
MÁRIO PINHARANDA VAI DEFENDER TESE DE DOUTORAMENTO SOBRE O PATUÁ
Extinção do patuá “não é inevitável”
Uma tese de doutoramento sobre o patuá, que será apresentada nos próximos dias, envolveu trabalho de campo em Vancouver e São Francisco, onde reside o maior grupo de falantes. Muitos deles são idosos e a UM quer documentar o seu legado
PAULO BARBOSA
Existem casais de idosos que, no seu dia a dia, comunicam entre si em patuá. Mas não estão em Macau. Mário Pinharanda foi encontrá-los entre a vasta diáspora macaense radicada nas cidades de São Francisco e Vancouver. O investigador da Universidade de Macau (UM), que irá defender uma tese de doutoramento sobre o patuá nos próximos dias, esteve naquelas cidades do continente americano, onde recolheu dados sobre o maquista, tendo efectuado gravações com pessoas que o falam fluentemente.
A recolha sócio-linguística faz parte da pesquisa realizada no âmbito da tese de doutoramento daquele investigador, que se intitula “Estudo da expressão morfo-sintáctica das categorias de tempo, modo e aspecto em maquista”. A tese aborda as variações nas formas de falar crioulo macaense ao longo dos tempos, incluindo uma comparação com o kristang, de Malaca.
Os registos recolhidos deverão “funcionar como base de dados para futuras pesquisas e também para a comunidade em si”, segundo explica Pinharanda. As gravações foram captadas apenas em áudio, mas o áudio-visual deverá ser o momento seguinte da investigação. A documentação imagética torna-se mais pertinente dada a idade da população em causa: “Temos que ser rápidos, eu trabalhei com pessoas na faixa dos oitenta, noventa anos. Na véspera de eu chegar a Vancouver tinha falecido um informante com 107 anos, eu ia muito entusiasmado para o conhecer”, comenta o investigador, que está radicado em Macau desde 1997.
Os macaenses que Mário Pinharanda foi encontrar no Canadá e nos Estados Unidos são, sobretudo, provenientes da comunidade de Hong Kong. Trata-se de pessoas que saíram de Hong Kong nos anos sessenta e que já estão na América há cerca 40 anos. Apesar disso — ou talvez por causa disso - mantêm o patuá em contexto familiar, de uma forma bastante viva. Os dados recolhidos junto das Casas de Macau indicam que a maior comunidade de macaenses residirá na baía de São Francisco.
Com o andar do tempo, torna-se prioritário registar a herança destes macaenses, constituída por elementos como diários, livros de receitas e cartas. Mas, para isso, será necessário que os estudiosos tenham a possibilidade de passar mais tempo entra a comunidade, argumenta Pinharanda: “É preciso a pessoa ter um contacto prolongado com a comunidade, que não foi o caso, eu fui por uma semana, o projecto era assim e não permitia mais. Futuros investigadores têm que ter um projecto que lhes permita uma maior permanência. Até porque as pessoas não vão, de um dia para o outro, disponibilizar as cartas pessoais e coisas assim. Mas era fantástico que as várias comunidades começassem a pensar no sentido do legado, para quem cá fique”.
Os falantes de patuá pertencem a uma “geração bastante mais velha”, sendo que os filhos dessa geração “já pouco falam”, caracteriza o investigador: “Nas entrevistas que lhes fiz iam sempre ‘bater’ nessa questão da perda da língua e das tradições. Por outro lado, achei, estando inserido no contexto norte-americano - onde há tantos grupos minoritários linguísticos e onde há um grande incentivo para manter associações - que há uma camada jovem de macaenses, já nascida lá, e que é muito activa nas associações.”
BOLSAS PARA MALACA. Alan Baxter reconhece que há falantes de patuá, mas que estes não estão em Macau. “Com plenas funções linguísticas, aqui em Macau há cinco pessoas. Há depois muitas outras pessoas que sabem alguma coisa e que conseguem comunicar. Onde há falantes funcionais em maior número é em São Francisco e Vancouver”, revela o director do Departamento de Português da UM.
Com o patuá “à beira da extinção”, Alan Baxter considera que o que lhe acontecerá “vai depender da comunidade, dado que os especialistas podem dar conselhos, mas a própria comunidade fará o que bem quiser com a sua língua”. O responsável valoriza a iniciativa de conseguir a classificação por parte da Unesco do maquista como património imaterial da humanidade: “Acho interessante e poderia fornecer os meios para dar alguma continuidade simbólica ao patuá. O patuá não será reactivado como uma língua com funções plenas, mas pode ser reactivado no sentido simbólico, com mais presença, mais participação por parte dos jovens. Se entre os jovens houvesse um interesse para falar fluentemente o patuá, a sugestão que venho propondo há quase dois anos é que poderíamos criar umas bolsas e mandar alguns jovens a Malaca por uns meses. No regresso, faríamos ajustes no sotaque e no léxico e teríamos alguns falantes do patuá”.
A última ligação do “Ethnologe” lista 6909 línguas, mas há estimativas que apontam para que subsistam cerca de metade no início do próximo século. Baxter argumenta que a comunidade macaense continua a “gostar do teatro e de celebrar a sua cultura, sendo o patuá é parte da cultura local” e não considera, portanto, que seja inevitável a extinção do idioma. Embora seja difícil que venha a ter outro destino: “No século XXI, é cada vez mais inevitável [essa extinção], mas as minorias podem manter as suas línguas e podem utilizar outras línguas para o funcionamento sócio-económico. É uma questão de vontade, mas a língua precisa de funções e a comunidade tem que compreender como é que funcionam os factores condicionantes que vão afectar negativamente a língua, ou de maneira positiva, para aproveitar os efeitos positivos. A língua minoritária não tem de desaparecer, há muitos exemplos no mundo de línguas minoritárias bem conservadas em situações multilingues,” analisa o académico australiano.
Extinção do patuá “não é inevitável”
Uma tese de doutoramento sobre o patuá, que será apresentada nos próximos dias, envolveu trabalho de campo em Vancouver e São Francisco, onde reside o maior grupo de falantes. Muitos deles são idosos e a UM quer documentar o seu legado
PAULO BARBOSA
Existem casais de idosos que, no seu dia a dia, comunicam entre si em patuá. Mas não estão em Macau. Mário Pinharanda foi encontrá-los entre a vasta diáspora macaense radicada nas cidades de São Francisco e Vancouver. O investigador da Universidade de Macau (UM), que irá defender uma tese de doutoramento sobre o patuá nos próximos dias, esteve naquelas cidades do continente americano, onde recolheu dados sobre o maquista, tendo efectuado gravações com pessoas que o falam fluentemente.
A recolha sócio-linguística faz parte da pesquisa realizada no âmbito da tese de doutoramento daquele investigador, que se intitula “Estudo da expressão morfo-sintáctica das categorias de tempo, modo e aspecto em maquista”. A tese aborda as variações nas formas de falar crioulo macaense ao longo dos tempos, incluindo uma comparação com o kristang, de Malaca.
Os registos recolhidos deverão “funcionar como base de dados para futuras pesquisas e também para a comunidade em si”, segundo explica Pinharanda. As gravações foram captadas apenas em áudio, mas o áudio-visual deverá ser o momento seguinte da investigação. A documentação imagética torna-se mais pertinente dada a idade da população em causa: “Temos que ser rápidos, eu trabalhei com pessoas na faixa dos oitenta, noventa anos. Na véspera de eu chegar a Vancouver tinha falecido um informante com 107 anos, eu ia muito entusiasmado para o conhecer”, comenta o investigador, que está radicado em Macau desde 1997.
Os macaenses que Mário Pinharanda foi encontrar no Canadá e nos Estados Unidos são, sobretudo, provenientes da comunidade de Hong Kong. Trata-se de pessoas que saíram de Hong Kong nos anos sessenta e que já estão na América há cerca 40 anos. Apesar disso — ou talvez por causa disso - mantêm o patuá em contexto familiar, de uma forma bastante viva. Os dados recolhidos junto das Casas de Macau indicam que a maior comunidade de macaenses residirá na baía de São Francisco.
Com o andar do tempo, torna-se prioritário registar a herança destes macaenses, constituída por elementos como diários, livros de receitas e cartas. Mas, para isso, será necessário que os estudiosos tenham a possibilidade de passar mais tempo entra a comunidade, argumenta Pinharanda: “É preciso a pessoa ter um contacto prolongado com a comunidade, que não foi o caso, eu fui por uma semana, o projecto era assim e não permitia mais. Futuros investigadores têm que ter um projecto que lhes permita uma maior permanência. Até porque as pessoas não vão, de um dia para o outro, disponibilizar as cartas pessoais e coisas assim. Mas era fantástico que as várias comunidades começassem a pensar no sentido do legado, para quem cá fique”.
Os falantes de patuá pertencem a uma “geração bastante mais velha”, sendo que os filhos dessa geração “já pouco falam”, caracteriza o investigador: “Nas entrevistas que lhes fiz iam sempre ‘bater’ nessa questão da perda da língua e das tradições. Por outro lado, achei, estando inserido no contexto norte-americano - onde há tantos grupos minoritários linguísticos e onde há um grande incentivo para manter associações - que há uma camada jovem de macaenses, já nascida lá, e que é muito activa nas associações.”
BOLSAS PARA MALACA. Alan Baxter reconhece que há falantes de patuá, mas que estes não estão em Macau. “Com plenas funções linguísticas, aqui em Macau há cinco pessoas. Há depois muitas outras pessoas que sabem alguma coisa e que conseguem comunicar. Onde há falantes funcionais em maior número é em São Francisco e Vancouver”, revela o director do Departamento de Português da UM.
Com o patuá “à beira da extinção”, Alan Baxter considera que o que lhe acontecerá “vai depender da comunidade, dado que os especialistas podem dar conselhos, mas a própria comunidade fará o que bem quiser com a sua língua”. O responsável valoriza a iniciativa de conseguir a classificação por parte da Unesco do maquista como património imaterial da humanidade: “Acho interessante e poderia fornecer os meios para dar alguma continuidade simbólica ao patuá. O patuá não será reactivado como uma língua com funções plenas, mas pode ser reactivado no sentido simbólico, com mais presença, mais participação por parte dos jovens. Se entre os jovens houvesse um interesse para falar fluentemente o patuá, a sugestão que venho propondo há quase dois anos é que poderíamos criar umas bolsas e mandar alguns jovens a Malaca por uns meses. No regresso, faríamos ajustes no sotaque e no léxico e teríamos alguns falantes do patuá”.
A última ligação do “Ethnologe” lista 6909 línguas, mas há estimativas que apontam para que subsistam cerca de metade no início do próximo século. Baxter argumenta que a comunidade macaense continua a “gostar do teatro e de celebrar a sua cultura, sendo o patuá é parte da cultura local” e não considera, portanto, que seja inevitável a extinção do idioma. Embora seja difícil que venha a ter outro destino: “No século XXI, é cada vez mais inevitável [essa extinção], mas as minorias podem manter as suas línguas e podem utilizar outras línguas para o funcionamento sócio-económico. É uma questão de vontade, mas a língua precisa de funções e a comunidade tem que compreender como é que funcionam os factores condicionantes que vão afectar negativamente a língua, ou de maneira positiva, para aproveitar os efeitos positivos. A língua minoritária não tem de desaparecer, há muitos exemplos no mundo de línguas minoritárias bem conservadas em situações multilingues,” analisa o académico australiano.
Sexta-feira, Outubro 15, 2010
Colóquio: CULTURAS PARALELAS E PROCESSOS TRANSCULTURAIS: Cidades Portuárias/Cidades Interculturais.
Colóquio:
CULTURAS PARALELAS E PROCESSOS TRANSCULTURAIS: Cidades Portuárias/Cidades Interculturais.
OBJECTIVOS:
A história das colonizações enfrenta presentemente consideráveis desafios. Um dos aspectos que tem demorado a ser incorporado nos estudos sobre o tema são os efeitos da colonização ocidental e as reacções que se desencadearam nas sociedades locais. Sem esta vertente será impossível conhecer a profundidade essencial deste processo. É fundamental observar como os povos autóctones estão impregnados de diversos elementos europeus e vice-versa - ou seja, a formação de culturas mistas. Trata-se de um tema complexo. O fenómeno da mestiçagem manobra um número muito grande de variáveis que, muitas vezes, fogem à percepção dos investigadores. Assim, neste colóquio procuramos identificar e discutir algumas das interpretações que a área apresenta, nomeadamente reconstituir, numa perspectiva transdisciplinar, a memória dos povos de circulação e presença lusa.
Urge repensar as mudanças espaciais, as produções culturais, as transferências e transformações de modelos histórico-políticos que marcam a complexidade cultural e a formação identitária das sociedades. Para isso é necessário desfazer as fronteiras disciplinares e assumir uma visão transdisciplinar sobre o tema. Tendo como base as relações interculturais, o seminário dará ênfase às regiões que, ao longo dos séculos, se cruzaram com Portugal. Por isso, visa-se reflectir sobre a epistemologia dos novos paradigmas culturais e visualizar diferentes expressões como processos de construção de identidades.
Para isso, também se devem analisar os respectivos contextos geo-históricos dessas regiões e/ou cidades - de que Macau é um caso paradigmático - tendo como objectivo último a sua análise comparativa, assim como a respeito das diferentes expansões europeias.
Temas:
* Memórias e identidades (a visão do mesmo e do outro, as representações do passado);
* Informação e comunicação (línguas de comunicação, relações geográficas e antropológicas);
* Fluxos de pessoas e bens (as migrações, o comércio, as rotas…);
* Património construído e recuperado (igrejas, fortalezas, etc.);
* Impérios e minorias (mulheres, judeus, etc.);
* Projectos de conquista temporal e espiritual.
Data: 22, 23 e 24 de Março de 2011.
COMISSÃO ORGANIZADORA:
Alan Baxter (Universidade de Macau);
Leonor Diaz de Seabra (Universidade de Macau);
Maria Antónia Espadinha (Universidade de Macau).
COMISSÃO CIENTÍFICA:
José Carlos Venâncio (Universidade da Beira Interior-Portugal);
Leonor Diaz de Seabra (Universidade de Macau);
Maria Antónia Espadinha (Universidade de Macau);
Maria de Deus Manso (Universidade de Évora-Portugal);
Rui Manuel Loureiro (Universidade Lusófona-Portugal);
Selma Alves Pantoja (Universidade de Brasília - Brasil).
CULTURAS PARALELAS E PROCESSOS TRANSCULTURAIS: Cidades Portuárias/Cidades Interculturais.
OBJECTIVOS:
A história das colonizações enfrenta presentemente consideráveis desafios. Um dos aspectos que tem demorado a ser incorporado nos estudos sobre o tema são os efeitos da colonização ocidental e as reacções que se desencadearam nas sociedades locais. Sem esta vertente será impossível conhecer a profundidade essencial deste processo. É fundamental observar como os povos autóctones estão impregnados de diversos elementos europeus e vice-versa - ou seja, a formação de culturas mistas. Trata-se de um tema complexo. O fenómeno da mestiçagem manobra um número muito grande de variáveis que, muitas vezes, fogem à percepção dos investigadores. Assim, neste colóquio procuramos identificar e discutir algumas das interpretações que a área apresenta, nomeadamente reconstituir, numa perspectiva transdisciplinar, a memória dos povos de circulação e presença lusa.
Urge repensar as mudanças espaciais, as produções culturais, as transferências e transformações de modelos histórico-políticos que marcam a complexidade cultural e a formação identitária das sociedades. Para isso é necessário desfazer as fronteiras disciplinares e assumir uma visão transdisciplinar sobre o tema. Tendo como base as relações interculturais, o seminário dará ênfase às regiões que, ao longo dos séculos, se cruzaram com Portugal. Por isso, visa-se reflectir sobre a epistemologia dos novos paradigmas culturais e visualizar diferentes expressões como processos de construção de identidades.
Para isso, também se devem analisar os respectivos contextos geo-históricos dessas regiões e/ou cidades - de que Macau é um caso paradigmático - tendo como objectivo último a sua análise comparativa, assim como a respeito das diferentes expansões europeias.
Temas:
* Memórias e identidades (a visão do mesmo e do outro, as representações do passado);
* Informação e comunicação (línguas de comunicação, relações geográficas e antropológicas);
* Fluxos de pessoas e bens (as migrações, o comércio, as rotas…);
* Património construído e recuperado (igrejas, fortalezas, etc.);
* Impérios e minorias (mulheres, judeus, etc.);
* Projectos de conquista temporal e espiritual.
Data: 22, 23 e 24 de Março de 2011.
COMISSÃO ORGANIZADORA:
Alan Baxter (Universidade de Macau);
Leonor Diaz de Seabra (Universidade de Macau);
Maria Antónia Espadinha (Universidade de Macau).
COMISSÃO CIENTÍFICA:
José Carlos Venâncio (Universidade da Beira Interior-Portugal);
Leonor Diaz de Seabra (Universidade de Macau);
Maria Antónia Espadinha (Universidade de Macau);
Maria de Deus Manso (Universidade de Évora-Portugal);
Rui Manuel Loureiro (Universidade Lusófona-Portugal);
Selma Alves Pantoja (Universidade de Brasília - Brasil).
Segunda-feira, Outubro 11, 2010
Sábado, Outubro 09, 2010
Semina'rio de homenagem ao Doutor Henrique de Senna Fernandes (29 de Outubro, Casa de Macau, Lisboa)
O Semina'rio de homenagem ao Doutor Henrique de Senna Fernandes terá lugar no dia 29 de Outubro, na Casa de Macau em Lisboa, e sera' um seminário dedicado às suas vida e obra. Todos os interessados em participar poderao apresentar comunicações e testemunhos pessoais (15 minutos cada apresentacao), ou poderao participar na mesa-redonda.
THE SPIRIT OF MACAO. Video of the Macau Pavillion (EXPO 98, LIsbon)
http://www.fundacaocasamacau.org/video.html
Quarta-feira, Outubro 06, 2010
Semina'rio dedicado 'a obra e vida de Henrique de Senna Fernandes (Lisboa)
Em forma de Homenagem, tera' oportunamente lugar em Lisboa um Semina'rio dedicado 'a obra e vida de Henrique de Senna Fernandes. Convido, assim, todos os interessados em participar com comunicacoes, testemunhos sobre a vida e a obra do Autor, ou na mesa-redonda, que entrem contacto comigo atrave's do e-mail: rogerio.puga@fcsh.unl.pt
Terça-feira, Outubro 05, 2010
Morte de Henrique Senna Fernandes é uma perda para Macau e Portugal - cônsul geral de Portugal (Lusa, 04-10)
A morte do advogado e escritor Henrique de Senna Fernandes, hoje em Macau, é uma perda para o território e para Portugal, afirmou o cônsul geral de Portugal em Macau.
“É uma perda para Macau e Portugal, não sei porque ordem porque é importante para ambos”, disse à agência Lusa Manuel Cansado de Carvalho.
Salientando ter tido a “oportunidade e gosto” de conhecer pessoalmente o advogado e escritor, Manuel Cansado de Carvalho disse esperar que os “portugueses em Macau continuem à altura de pessoas como Henrique de Senna Fernandes”.
O advogado e escritor Henrique de Senna Fernandes faleceu hoje em Macau após doença prolongada, anunciou a família em comunicado.
Henrique de Senna Fernandes nasceu em Macau a 15 de outubro de 1923 e é autor de vários livros de contos que envolvem a Macau antiga.
O advogado e escritor, formado em Direito pela Universidade de Coimbra, deixa viúva, sete filhos, nove netos e dois bisnetos.
JCS.
“É uma perda para Macau e Portugal, não sei porque ordem porque é importante para ambos”, disse à agência Lusa Manuel Cansado de Carvalho.
Salientando ter tido a “oportunidade e gosto” de conhecer pessoalmente o advogado e escritor, Manuel Cansado de Carvalho disse esperar que os “portugueses em Macau continuem à altura de pessoas como Henrique de Senna Fernandes”.
O advogado e escritor Henrique de Senna Fernandes faleceu hoje em Macau após doença prolongada, anunciou a família em comunicado.
Henrique de Senna Fernandes nasceu em Macau a 15 de outubro de 1923 e é autor de vários livros de contos que envolvem a Macau antiga.
O advogado e escritor, formado em Direito pela Universidade de Coimbra, deixa viúva, sete filhos, nove netos e dois bisnetos.
JCS.
Óbito: Morreu advogado e escritor macaense Henrique de Senna Fernandes (Lusa, 04-10)
O advogado e escritor Henrique de Senna Fernandes faleceu hoje em Macau após doença prolongada, anunciou a família em comunicado.
Henrique de Senna Fernandes nasceu em Macau a 15 de outubro de 1923 e é autor de vários livros de contos que envolvem a Macau antiga.
O advogado e escritor, formado em Direito pela Universidade de Coimbra, deixa viúva, sete filhos, nove netos e dois bisnetos.
Henrique de Senna Fernandes nasceu em Macau a 15 de outubro de 1923 e é autor de vários livros de contos que envolvem a Macau antiga.
O advogado e escritor, formado em Direito pela Universidade de Coimbra, deixa viúva, sete filhos, nove netos e dois bisnetos.
Sábado, Setembro 18, 2010
PhD Program in Chinese and Japanese: Department of Asian Languages and Civilizations at the University of Colorado at Boulder
The Department of Asian Languages and Civilizations at the University of Colorado at Boulder is pleased to announce its new PhD Program in Chinese and Japanese.
Applications are now being accepted for admission in Fall 2011.
Deadline for international applications is December 1, 2010; for domestic, January 1, 2011.For full information, please consult the department website at
Applications are now being accepted for admission in Fall 2011.
Deadline for international applications is December 1, 2010; for domestic, January 1, 2011.For full information, please consult the department website at
Sexta-feira, Setembro 10, 2010
Domingo, Setembro 05, 2010
Strategy Game (jogo de estrate'gia): Macao

On sale on Amazon ('A venda na Amazon):
http://www.amazon.co.uk/409-Macao/dp/B0036VDU2U/ref=sr_1_2?ie=UTF8&s=toys&qid=1283637864&sr=8-2
Terça-feira, Agosto 24, 2010
BUSINESS DEVELOPMENT EXECUTIVE SOUGHT FOR LONDON-BASED CHINA CONSULTANCY
BUSINESS DEVELOPMENT EXECUTIVE SOUGHT FOR LONDON-BASED CHINA CONSULTANCY
We are currently looking for a Business Development Executive, with China-related experience for immediate start.
About the company
Mandarin Consultant is a niche China consultancy based in central London offering corporate services including business consulting, cultural training and recruitment to UK companies looking to penetrate the Chinese market and to UK-based Chinese companies. We also specialise in career coaching for Chinese graduates of UK universities – training them in Western Etiquette, effective research skills and interview techniques to help them secure the type of jobs, which match their potential.
About the role
As Business Development Executive, your key role will be to promote Mandarin Consultant’s services to corporate clients throughout the UK. A more detailed job description is attached.
About you
The ideal candidate will possess the following key competencies:-
Essential
1. Proactive and outgoing personality
2. Excellent interpersonal skills
3. Strong organisational skills
4. Team player and creative thinker
Preferable
5. Knowledge of Chinese culture and basic Mandarin skills
6. 2-3 years’ previous work experience, ideally in a similar role
Interested applicants are encouraged to apply as soon as possible by sending up-to-date CV and covering letter to info@mandarinconsultant.com.
Kind regards,
Heidi
Heidi Frances
Consultant
Mandarin Consultant
223a High Street Kensington
London
W8 6SG
United Kingdom
Tel: +44 (0) 207 376 1037
Direct Line: +44 (0) 207 795 6872
Fax: +44 (0) 207 937 4446
E-mail: hf@mandarinconsultant.com
www.mandarinconsultant.com
We are currently looking for a Business Development Executive, with China-related experience for immediate start.
About the company
Mandarin Consultant is a niche China consultancy based in central London offering corporate services including business consulting, cultural training and recruitment to UK companies looking to penetrate the Chinese market and to UK-based Chinese companies. We also specialise in career coaching for Chinese graduates of UK universities – training them in Western Etiquette, effective research skills and interview techniques to help them secure the type of jobs, which match their potential.
About the role
As Business Development Executive, your key role will be to promote Mandarin Consultant’s services to corporate clients throughout the UK. A more detailed job description is attached.
About you
The ideal candidate will possess the following key competencies:-
Essential
1. Proactive and outgoing personality
2. Excellent interpersonal skills
3. Strong organisational skills
4. Team player and creative thinker
Preferable
5. Knowledge of Chinese culture and basic Mandarin skills
6. 2-3 years’ previous work experience, ideally in a similar role
Interested applicants are encouraged to apply as soon as possible by sending up-to-date CV and covering letter to info@mandarinconsultant.com.
Kind regards,
Heidi
Heidi Frances
Consultant
Mandarin Consultant
223a High Street Kensington
London
W8 6SG
United Kingdom
Tel: +44 (0) 207 376 1037
Direct Line: +44 (0) 207 795 6872
Fax: +44 (0) 207 937 4446
E-mail: hf@mandarinconsultant.com
www.mandarinconsultant.com
Sexta-feira, Agosto 20, 2010
Position of an Assistant Professor for Early Modern Chinese Literature at the University of Colorado
EARLY MODERN CHINESE LITERATURE, CU Boulder
The Department of Asian Languages and Civilizations at the University of Colorado at Boulder invites applications for a tenure-track Assistant Professor position in Early Modern Chinese literature to begin August 2011. Research expertise in one or more of the following areas is preferred: Yuan-Ming-Qing vernacular literature, cultural history (including gender studies), Song through Qing poetry. Candidates should have the PhD in hand prior to the start of the appointment. The successful candidate will have an active research program and will contribute a mix of undergraduate lecture courses and graduate seminars to the department's Chinese curriculum. To apply, applicants must submit a letter, a current CV, a writing sample, copies of syllabi of courses taught or proposed, and three letters of recommendation. Applications are accepted electronically at https://www.jobsatcu.com, posting #810881, through December 1, 2010. The University of Colorado at Boulder is committed to diversity and equality in education and employment. See www.Colorado.edu/ArtsSciences/Jobs/ for full job description.
The Department of Asian Languages and Civilizations at the University of Colorado at Boulder invites applications for a tenure-track Assistant Professor position in Early Modern Chinese literature to begin August 2011. Research expertise in one or more of the following areas is preferred: Yuan-Ming-Qing vernacular literature, cultural history (including gender studies), Song through Qing poetry. Candidates should have the PhD in hand prior to the start of the appointment. The successful candidate will have an active research program and will contribute a mix of undergraduate lecture courses and graduate seminars to the department's Chinese curriculum. To apply, applicants must submit a letter, a current CV, a writing sample, copies of syllabi of courses taught or proposed, and three letters of recommendation. Applications are accepted electronically at https://www.jobsatcu.com, posting #810881, through December 1, 2010. The University of Colorado at Boulder is committed to diversity and equality in education and employment. See www.Colorado.edu/ArtsSciences/Jobs/ for full job description.
Quinta-feira, Agosto 12, 2010
Chinese Studies: Fixed-term Lectureship at University of Manchester
Dear All,
The East Asian Studies Department at the University of Manchester is looking for a fixed-term lectureship in Chinese Studies to start in September. If you know any early career scholar or PhD student near completion who may be interested in the post, please ask them to follow the link below and submit their application no later than 10 September.
http://www.staffnet.manchester.ac.uk/employment/jobs/academic/vacancy/index.htm?ref=177076
The East Asian Studies Department at the University of Manchester is looking for a fixed-term lectureship in Chinese Studies to start in September. If you know any early career scholar or PhD student near completion who may be interested in the post, please ask them to follow the link below and submit their application no later than 10 September.
http://www.staffnet.manchester.ac.uk/employment/jobs/academic/vacancy/index.htm?ref=177076
Segunda-feira, Julho 12, 2010
Documenta'rio: Presenca Portugesa em macau, 10 anos depois
Video 1
http://www.youtube.com/watch?v=KczXpxACXYs
Video 2
http://www.youtube.com/watch?v=746BH_pzdx0
Video 3
http://www.youtube.com/watch?v=zJSTJSxCv8M
Video 4
http://www.youtube.com/watch?v=S6NFb6uqD0c
Video 5
http://www.youtube.com/watch?v=87ZfTAQkrrM
Video 6
http://www.youtube.com/watch?v=2QE126LCNJU
Video 7
http://www.youtube.com/watch?v=YPr3x23P1Bo
Video 8
http://www.youtube.com/watch?v=0tkaBjupbPs
Video 9
http://www.youtube.com/watch?v=rJObuWG4rDI
Video 10
http://www.youtube.com/watch?v=7YWAZFC5r5k
http://www.youtube.com/watch?v=KczXpxACXYs
Video 2
http://www.youtube.com/watch?v=746BH_pzdx0
Video 3
http://www.youtube.com/watch?v=zJSTJSxCv8M
Video 4
http://www.youtube.com/watch?v=S6NFb6uqD0c
Video 5
http://www.youtube.com/watch?v=87ZfTAQkrrM
Video 6
http://www.youtube.com/watch?v=2QE126LCNJU
Video 7
http://www.youtube.com/watch?v=YPr3x23P1Bo
Video 8
http://www.youtube.com/watch?v=0tkaBjupbPs
Video 9
http://www.youtube.com/watch?v=rJObuWG4rDI
Video 10
http://www.youtube.com/watch?v=7YWAZFC5r5k
Domingo, Julho 11, 2010
CONFERÊNCIA INTERNACIONAL: A LUSOFONIA ENTRE ENCRUZILHADAS CULTURAIS (Univ. Sao ose, Macau)
A LUSOFONIA ENTRE ENCRUZILHADAS CULTURAIS
CONFERÊNCIA INTERNACIONAL: A LUSOFONIA ENTRE ENCRUZILHADAS CULTURAIS
Universidade de São José, Macau
24, 25 e 26 de Fevereiro de 2011
Apresentação
Cada época histórica elege os conceitos que melhor servem os projectos políticos que lhe são afins. Esses conceitos ganham vida nas construções discursivas que enformam as identidades nacionais e individuais, as representações do “Nós” e do “Outro” e as interacções possíveis entre ambos. Os conceitos traçam relações de poder, ordenam e hierarquizam; e, num mundo marcado pela globalização e pela mudança, são necessariamente flutuantes, imprecisos e questionáveis.
No caso dos países de língua portuguesa, o conceito de “lusofonia” tem estado presente no pensamento político de Portugal desde os anos 50 do século XX para designar uma ideia de comunidade entre os países que têm o português como língua oficial. Contudo, a substância da “lusofonia” foi e continua a ser, pela mão de poetas, escritores e académicos oriundos dos vários territórios onde os portugueses outrora lançaram amarras, objecto de aceso debate. Com esta conferência pretende-se atrair um grupo de especialistas e pessoas associadas às culturas locais dos diversos cantos do mundo onde se fala português, com o intuito de gerar sadia e multidisciplinar discussão sobre o conceito de “lusofonia” e a necessidade de o libertar, quer das visões idílicas com raízes no passado colonial, quer dos fantasmas que ainda sobrevoam a memória histórica comum.
CONFERÊNCIA INTERNACIONAL: A LUSOFONIA ENTRE ENCRUZILHADAS CULTURAIS
Universidade de São José, Macau
24, 25 e 26 de Fevereiro de 2011
Apresentação
Cada época histórica elege os conceitos que melhor servem os projectos políticos que lhe são afins. Esses conceitos ganham vida nas construções discursivas que enformam as identidades nacionais e individuais, as representações do “Nós” e do “Outro” e as interacções possíveis entre ambos. Os conceitos traçam relações de poder, ordenam e hierarquizam; e, num mundo marcado pela globalização e pela mudança, são necessariamente flutuantes, imprecisos e questionáveis.
No caso dos países de língua portuguesa, o conceito de “lusofonia” tem estado presente no pensamento político de Portugal desde os anos 50 do século XX para designar uma ideia de comunidade entre os países que têm o português como língua oficial. Contudo, a substância da “lusofonia” foi e continua a ser, pela mão de poetas, escritores e académicos oriundos dos vários territórios onde os portugueses outrora lançaram amarras, objecto de aceso debate. Com esta conferência pretende-se atrair um grupo de especialistas e pessoas associadas às culturas locais dos diversos cantos do mundo onde se fala português, com o intuito de gerar sadia e multidisciplinar discussão sobre o conceito de “lusofonia” e a necessidade de o libertar, quer das visões idílicas com raízes no passado colonial, quer dos fantasmas que ainda sobrevoam a memória histórica comum.
Quinta-feira, Julho 08, 2010
Commerce, Migration and Culture: New Perspectives (London, July)
Commerce, Migration and Culture: New Perspectives
Institute of Commonwealth Studies
Wednesday 21st July 2010, 9.45am to 6.30pm
Rooms ST274/275/276, Stewart House, 32 Russell Square, London
This workshop aims to identify patterns of migrations driven by commerce and the impact of these movements on culture. Through case studies that cut across time and space, drivers behind the movement of people within and across national borders will be explored.
9.45 am Registration
10.00 am Welcome
Philip Murphy (Director, Institute of Commonwealth Studies)
10.15-10.45am The Venetians in the Cyclades under Latin, Byzantine and Ottoman rule: 1204 to 1715
John Villiers (Royal Asiatic Society)
10.45-11.15 am European Trade in the Indian Ocean: Impact on Sri Lankan Culture
Shihan de Silva (Institute of Commonwealth Studies)
11.15-11.45 am Break
11.45-12.15 pm How does education impact on migration and employment among women in the
Anglophone Caribbean?
Marie-Claude Machon (University of Sorbonne, Paris, France)
12.15-1.00 pm The English Presence in Macau (17th to 18th centuries)
Rogério Miguel Puga (CETAPS-Universidade de Nova Lisboa/FCT, Portugal)
1.00-2.15 pm Lunch Break
2.15-2.45 pm From the free hills to the Assamese tea gardens – Migration and Culture of the Sora Adivasi in India
Rolf Killius (Musical Instrument Museum, Arizona, USA)
2.45-3.15 pm Cloth and commerce: the trade in handmade textiles in western India (10th-21st
centuries)
Eiluned Edwards (Nottingham-Trent University)
3.15-3.45 pm Break
3.45-4.15 pm The Aksumite Empire, the Red Sea and the Indian Ocean: Trade and Culture
Richard Pankhurst (Addis Ababa University, Ethiopia)
4.15-5.00 pm Round Table Discussion
5.00-6.30 pm Wine & Cheese Reception
Institute of Commonwealth Studies
Wednesday 21st July 2010, 9.45am to 6.30pm
Rooms ST274/275/276, Stewart House, 32 Russell Square, London
This workshop aims to identify patterns of migrations driven by commerce and the impact of these movements on culture. Through case studies that cut across time and space, drivers behind the movement of people within and across national borders will be explored.
9.45 am Registration
10.00 am Welcome
Philip Murphy (Director, Institute of Commonwealth Studies)
10.15-10.45am The Venetians in the Cyclades under Latin, Byzantine and Ottoman rule: 1204 to 1715
John Villiers (Royal Asiatic Society)
10.45-11.15 am European Trade in the Indian Ocean: Impact on Sri Lankan Culture
Shihan de Silva (Institute of Commonwealth Studies)
11.15-11.45 am Break
11.45-12.15 pm How does education impact on migration and employment among women in the
Anglophone Caribbean?
Marie-Claude Machon (University of Sorbonne, Paris, France)
12.15-1.00 pm The English Presence in Macau (17th to 18th centuries)
Rogério Miguel Puga (CETAPS-Universidade de Nova Lisboa/FCT, Portugal)
1.00-2.15 pm Lunch Break
2.15-2.45 pm From the free hills to the Assamese tea gardens – Migration and Culture of the Sora Adivasi in India
Rolf Killius (Musical Instrument Museum, Arizona, USA)
2.45-3.15 pm Cloth and commerce: the trade in handmade textiles in western India (10th-21st
centuries)
Eiluned Edwards (Nottingham-Trent University)
3.15-3.45 pm Break
3.45-4.15 pm The Aksumite Empire, the Red Sea and the Indian Ocean: Trade and Culture
Richard Pankhurst (Addis Ababa University, Ethiopia)
4.15-5.00 pm Round Table Discussion
5.00-6.30 pm Wine & Cheese Reception
Conference: Britain and the Indian Ocean World (Maritime Museum, London, 8-9 July 2010)
That Mighty and Vast Sea
Britain and the Indian Ocean World
Programme
Thursday 8 July 2010
14.30 Registration and tea
15.00 Session 1
Patterns of commerce in the Indian Ocean:
The Honourable East India Company
Huw Bowen, University of Swansea
Islands and empire: Johanna (Nzwani) and the maritime trading worlds of the East India Company, c. 1650–1813
Tony Webster, John Moores University, Liverpool
Oiling the wheels of Britain's Asian commerce 1780–1847: the rise and fall of the Calcutta and London Agency Houses
Margaret Makepeace, British Library
East India Company commercial operations in London, c. 1785–1834
16.30 Tea
17.00 KEYNOTE ADDRESS
Gwyn Campbell, Indian Ocean World Centre, McGill University, Montreal
Comparative perspectives on the British Indian Ocean world
18.15 Reception
Friday 9 July 2010
09.00 Coffee
09.30 Session 2
Imperial dynamics in the Indian Ocean world
Robert J. Blyth, National Maritime Museum
Between Britain’s empires: the western Indian Ocean as a contested sphere
Robert Fletcher, Princeton University
Running ‘the Corridor’: the desert frontier of oceanic empire, 1919–36
Sujit Sivasundarum, London School of Economics
Ceylon as an island node in the British Indian Ocean world
11.00 Coffee
11.30 Session 3
Subaltern lives in the Indian Ocean
Clare Anderson, University of Warwick
Convicts in the Indian Ocean
Shihan da Silva, Institute of Commonwealth Studies
Recognizing the role of the subaltern: British intervention in an Indian Ocean island
Lindsay Doulton, University of Hull and National Maritime Museum
Anti-slavery and the Royal Navy in the western Indian Ocean, 1860–90: representations of race
13.00 Lunch
14.00 Session 4
Indian Ocean world networks: Asia and Africa
Anna Winterbottom, Queen Mary, University of London
Botanical networks and materia medica in the Indian Ocean, 1660–1720: evidence from the East India Company archive
John McAleer, National Maritime Museum
‘The Key to India’: Southern Africa and the Indian Ocean world
Sarah Longair, Birkbeck, University of London
Balancing Indian Ocean and East African influences: British cultural perspectives in early 20th-century Zanzibar
15.30 Tea
16.00 Session 5
Round Table
Introduced and chaired by Gwyn Campbell.
Was there a British Indian Ocean world?
17.30 Close
Britain and the Indian Ocean World
Programme
Thursday 8 July 2010
14.30 Registration and tea
15.00 Session 1
Patterns of commerce in the Indian Ocean:
The Honourable East India Company
Huw Bowen, University of Swansea
Islands and empire: Johanna (Nzwani) and the maritime trading worlds of the East India Company, c. 1650–1813
Tony Webster, John Moores University, Liverpool
Oiling the wheels of Britain's Asian commerce 1780–1847: the rise and fall of the Calcutta and London Agency Houses
Margaret Makepeace, British Library
East India Company commercial operations in London, c. 1785–1834
16.30 Tea
17.00 KEYNOTE ADDRESS
Gwyn Campbell, Indian Ocean World Centre, McGill University, Montreal
Comparative perspectives on the British Indian Ocean world
18.15 Reception
Friday 9 July 2010
09.00 Coffee
09.30 Session 2
Imperial dynamics in the Indian Ocean world
Robert J. Blyth, National Maritime Museum
Between Britain’s empires: the western Indian Ocean as a contested sphere
Robert Fletcher, Princeton University
Running ‘the Corridor’: the desert frontier of oceanic empire, 1919–36
Sujit Sivasundarum, London School of Economics
Ceylon as an island node in the British Indian Ocean world
11.00 Coffee
11.30 Session 3
Subaltern lives in the Indian Ocean
Clare Anderson, University of Warwick
Convicts in the Indian Ocean
Shihan da Silva, Institute of Commonwealth Studies
Recognizing the role of the subaltern: British intervention in an Indian Ocean island
Lindsay Doulton, University of Hull and National Maritime Museum
Anti-slavery and the Royal Navy in the western Indian Ocean, 1860–90: representations of race
13.00 Lunch
14.00 Session 4
Indian Ocean world networks: Asia and Africa
Anna Winterbottom, Queen Mary, University of London
Botanical networks and materia medica in the Indian Ocean, 1660–1720: evidence from the East India Company archive
John McAleer, National Maritime Museum
‘The Key to India’: Southern Africa and the Indian Ocean world
Sarah Longair, Birkbeck, University of London
Balancing Indian Ocean and East African influences: British cultural perspectives in early 20th-century Zanzibar
15.30 Tea
16.00 Session 5
Round Table
Introduced and chaired by Gwyn Campbell.
Was there a British Indian Ocean world?
17.30 Close
BOlseiro de investigação (Projecto Macau, Portugal)
Junior Researcher Vacancy (M / F)
Centro de Estudos Sociais (CES), Associate Laboratory (Faculty of Economics of the University of Coimbra – Portugal) opens a Junior Researcher position within the project “Assessing the ‘One Country, Two Systems’ Formula: The role of Macau in China's Relations with the EU and the Portuguese Speaking Countries” (PTDC/CPJ-CPO/099797/2008 | FCOMP-01-0124-FEDER-009198), financed by the Portuguese Foundation for Science and Technology.
This project aims to examine how the Macau Special Administrative Region (SAR) has been a case of successful implementation of the formula “one country, two systems”. It focuses on the 1999-2009 period, the first ten years of existence of the Macau SAR after the handover from the Portuguese to the Chinese administration.
The selected Junior Researcher will be based at the Centro de Estudos Sociais, Portugal. He/she will be offered a six-month contract (745 euros per month), starting in August 2010, renewable according to the Statute of Scholarships of the Foundation for Science and Technology and the Rule for Scholarships of Centro de Estudos Sociais.
Preference will be given to candidates with:
- Degree in International Relations;
- Previous research experience in similar thematic;
- Availability to travel for fieldwork;
- English native speakers with a good knowledge of Chinese (Mandarin and/or Cantonese);
- Basic knowledge of Portuguese.
CES in an equal opportunities employer.
Centro de Estudos Sociais reserves the right not to hire any candidate if the candidates do not match the desired selection criteria.
For further information, please consult www.ces.uc.pt
Application deadline: 25th July 2010 (post office stamp)
Applications should be sent with a cover letter, the CV and any other relevant information to:
A/c Prof. Doutora Carmen Mendes
Refº. CES-BI/22/2010
Centro de Estudos Sociais
Colégio de S. Jerónimo
Apartado 3087
3001 – 401 Coimbra
Centro de Estudos Sociais (CES), Associate Laboratory (Faculty of Economics of the University of Coimbra – Portugal) opens a Junior Researcher position within the project “Assessing the ‘One Country, Two Systems’ Formula: The role of Macau in China's Relations with the EU and the Portuguese Speaking Countries” (PTDC/CPJ-CPO/099797/2008 | FCOMP-01-0124-FEDER-009198), financed by the Portuguese Foundation for Science and Technology.
This project aims to examine how the Macau Special Administrative Region (SAR) has been a case of successful implementation of the formula “one country, two systems”. It focuses on the 1999-2009 period, the first ten years of existence of the Macau SAR after the handover from the Portuguese to the Chinese administration.
The selected Junior Researcher will be based at the Centro de Estudos Sociais, Portugal. He/she will be offered a six-month contract (745 euros per month), starting in August 2010, renewable according to the Statute of Scholarships of the Foundation for Science and Technology and the Rule for Scholarships of Centro de Estudos Sociais.
Preference will be given to candidates with:
- Degree in International Relations;
- Previous research experience in similar thematic;
- Availability to travel for fieldwork;
- English native speakers with a good knowledge of Chinese (Mandarin and/or Cantonese);
- Basic knowledge of Portuguese.
CES in an equal opportunities employer.
Centro de Estudos Sociais reserves the right not to hire any candidate if the candidates do not match the desired selection criteria.
For further information, please consult www.ces.uc.pt
Application deadline: 25th July 2010 (post office stamp)
Applications should be sent with a cover letter, the CV and any other relevant information to:
A/c Prof. Doutora Carmen Mendes
Refº. CES-BI/22/2010
Centro de Estudos Sociais
Colégio de S. Jerónimo
Apartado 3087
3001 – 401 Coimbra
Terça-feira, Junho 29, 2010
one full time position as University Lecturer in Chinese and one Doctoral research fellowship in Buddhist studies at University of Oslo
Doctoral research fellowship in Buddhist studies at University of Oslo
This fellowship is open to projects from a wide range of disciplinary and methodological approaches, such as religious studies, anthropology, literature, philology, and history of ideas. Comparative and/or multidisciplinary projects will be considered positively. Candidates must demonstrate advanced active skills in at least one relevant Asian language. Experience from working and doing fieldwork in the area relevant for the candidate?s project will be considered favourably. The position is available for a period of three years. Application deadline: 1 October 2010. Further information: http://uio.easycruit.com/vacancy/405577/62042?iso=gb Halvor Eifring- - -Halvor Eifring ???, PhDProfessor of ChineseCulture Studies and Oriental LanguagesUniversity of OsloP. O. Box 1010 BlindernNO-0315 Oslo, NorwayTel. +47-22857703Fax +47-22854828E-mail halvor.eifring@ikos.uio.no ----------------------
University Lecturer in Chinese at the University of Oslo, Norway
This is a full-time teaching position without research duties. A part of the position (25 percent) is, however, set aside for professional and academic development and administrative work. The holder of this position will teach Chinese language courses at the BA level. Teaching includes practical language (grammar, pronunciation, vocabulary etc.), as well as exercises and testing. Preparation of course materials and glossaries is also part of the duties. ? Applicants should have successfully completed a Master?s degree or equivalent in a relevant field? Applicants should be a native speaker of Chinese or have near native competence in Chinese? Applicants should be able to teach in a Scandinavian language or in English? Solid communication skills will also be required Salary level 46-57 (361 500-438 700 NOK) depending on level of expertise. Attractive welfare arrangements.Application deadline: 1 October 2010Expected Start Date: 1 January 2011 See http://uio.easycruit.com/vacancy/395794/62042?iso=gb
This fellowship is open to projects from a wide range of disciplinary and methodological approaches, such as religious studies, anthropology, literature, philology, and history of ideas. Comparative and/or multidisciplinary projects will be considered positively. Candidates must demonstrate advanced active skills in at least one relevant Asian language. Experience from working and doing fieldwork in the area relevant for the candidate?s project will be considered favourably. The position is available for a period of three years. Application deadline: 1 October 2010. Further information: http://uio.easycruit.com/vacancy/405577/62042?iso=gb Halvor Eifring- - -Halvor Eifring ???, PhDProfessor of ChineseCulture Studies and Oriental LanguagesUniversity of OsloP. O. Box 1010 BlindernNO-0315 Oslo, NorwayTel. +47-22857703Fax +47-22854828E-mail halvor.eifring@ikos.uio.no ----------------------
University Lecturer in Chinese at the University of Oslo, Norway
This is a full-time teaching position without research duties. A part of the position (25 percent) is, however, set aside for professional and academic development and administrative work. The holder of this position will teach Chinese language courses at the BA level. Teaching includes practical language (grammar, pronunciation, vocabulary etc.), as well as exercises and testing. Preparation of course materials and glossaries is also part of the duties. ? Applicants should have successfully completed a Master?s degree or equivalent in a relevant field? Applicants should be a native speaker of Chinese or have near native competence in Chinese? Applicants should be able to teach in a Scandinavian language or in English? Solid communication skills will also be required Salary level 46-57 (361 500-438 700 NOK) depending on level of expertise. Attractive welfare arrangements.Application deadline: 1 October 2010Expected Start Date: 1 January 2011 See http://uio.easycruit.com/vacancy/395794/62042?iso=gb
Quinta-feira, Junho 24, 2010
Quarta-feira, Junho 23, 2010
Wu Zhiliang to head Macau Foundation (Macau News, 17-06)
Macau Foundation (FM) board member Wu Zhiliang was appointed Sunday by the government as the new FM president.
The announcement was done after Macau Foundation Vitor Ng Wing Lok asked the Chief Executive Fernando Chui Sai On not renew is tenure as head of the foundation, that will end on July 11, citing personal reasons.
Ng, 80, an ex-legislator and current chairman of the Macau exporters and Importers Association, had headed the Macau Foundation since 2001.
The new Macau Foundation President Wu Zhiliang, holder of a PhD in History by the Nanjing University, is fluent in Portuguese, Chinese and English and had published several books on local history.
Wu, born in a Hakka village in Guangdong province in 1964, moved to Macau in 1984. After being a reporter and translator he went to study in Portugal and later started is career in the foundation in 1988.
The Macau Foundation, which receives 1.6 percent of the casinos gross receipts, was set up by the government in 2001. It supports educational, cultural, social, charitable and other public causes.
(MacauNews)
The announcement was done after Macau Foundation Vitor Ng Wing Lok asked the Chief Executive Fernando Chui Sai On not renew is tenure as head of the foundation, that will end on July 11, citing personal reasons.
Ng, 80, an ex-legislator and current chairman of the Macau exporters and Importers Association, had headed the Macau Foundation since 2001.
The new Macau Foundation President Wu Zhiliang, holder of a PhD in History by the Nanjing University, is fluent in Portuguese, Chinese and English and had published several books on local history.
Wu, born in a Hakka village in Guangdong province in 1964, moved to Macau in 1984. After being a reporter and translator he went to study in Portugal and later started is career in the foundation in 1988.
The Macau Foundation, which receives 1.6 percent of the casinos gross receipts, was set up by the government in 2001. It supports educational, cultural, social, charitable and other public causes.
(MacauNews)
Terça-feira, Junho 22, 2010
Memorial de José Saramago (1922-2010)
O escritor português José Saramago faleceu há poucas horas no seu lar, na ilha de Lanzarote, cerca de 13 anos após ter recebido o Premio Nobel da Literatura, que reforçou internacionalmente o valor da forma e do conteúdo da sua obra. O funeral terá lugar em Portugal.
A melhor homenagem a esse grande nome da literatura e cultura portuguesas será ler e apreciar a sua vasta e multifacetada obra, na qual Macau marca também presença, nomeadamente no Memorial do Convento (1982). Nesse romance histórico pós-moderno, o narrador fala dos sucessos das navegações portuguesas no século XVIII, afirmando: “Chegou há dias a nau de Macau que se esperava, tendo partido daqui há vinte meses, onde isso vai [...], e fez feliz jornada apesar de ser larga a vigem que fica Macau muito para lá de Goa, terra de tantas bem-aventuranças, a China, que excede a todas as outras nos regalos e riqueza, e os géneros todos quanto pode ser baratos [...]” (2009: 93).
Requiem...
A melhor homenagem a esse grande nome da literatura e cultura portuguesas será ler e apreciar a sua vasta e multifacetada obra, na qual Macau marca também presença, nomeadamente no Memorial do Convento (1982). Nesse romance histórico pós-moderno, o narrador fala dos sucessos das navegações portuguesas no século XVIII, afirmando: “Chegou há dias a nau de Macau que se esperava, tendo partido daqui há vinte meses, onde isso vai [...], e fez feliz jornada apesar de ser larga a vigem que fica Macau muito para lá de Goa, terra de tantas bem-aventuranças, a China, que excede a todas as outras nos regalos e riqueza, e os géneros todos quanto pode ser baratos [...]” (2009: 93).
Requiem...
Quinta-feira, Junho 17, 2010
Wu Zhiliang substitui Victor Ng na Fundação Macau (Ponto Final, 17-06)
O historiador Wu Zhiliang, director do centro de investigação da Fundação Macau, irá passar a presidir ao Conselho de Administração da instituição da RAEM com a saída de Victor Ng, que pediu ao Chefe do Executivo a não renovação do cargo invocando razões pessoais.
Segundo nota publicada ontem pelo Gabinete de Comunicação Social, o Governo já aceitou o pedido do dirigente para a não renovação de mandato, que termina assim a 11 de Julho de 2010.
“O Chefe do Executivo, Chui Sai On, respeita a decisão do Senhor Victor Ng e manifesta o mais sincero agradecimento, dando testemunho público, pelo empenhamento, contributo e dedicação demonstrados pelo senhor Victor Ng, ao longo do seu mandato, em prol do desenvolvimento de Macau”, de acordo com o comunicado do Executivo.
Este elogia também o trabalho desempenhado pelo dirigente, afirmando que, sob a sua liderança, a Fundação Macau tem “promovido e fomentado o estudo e desenvolvimento das mais diversas acções nas diferentes áreas da sociedade de Macau, nomeadamente nas cultural, económica, educativa, científica e académica”.
O Chefe do Executivo irá agora nomear Wu Zhiliang para o cargo de presidente do Conselho de Administração da Fundação Macau, instituição pública cujos fundos têm origem numa taxa de 1,6 por cento sobre os lucros brutos da indústria do jogo local e se destinam a apoiar projectos de educação, culturais e filantrópicos.
Wu Zhiliang, nascido em 1964, é originário de Lianping, na província de Guangdong, tendo aprendido português na Universidade de Línguas Estrangeiras de Pequim. Em 1985, mudou-se para o território para trabalhar na empresa Zhu Kuan.
Acabaria por produzir algumas traduções para o Instituto Cultural, com as quais ganharia um bolsa de estudos que lhe permitiu frequentar a Universidade de Lisboa, onde esteve a estudar português durante 12 meses. O passo levou-o também a iniciar o curso de Direito na Universidade Católica Portuguesa, que acabaria por não terminar, regressando pouco depois a Macau para trabalhar no jornal Ou Mun.
Em 1988, é convidado a integrar os quadros da Fundação Macau, que tinha a seu cargo o processo de reestruturação da Universidade da Ásia Oriental. É desde 1992 membro do Conselho de Administração da instituição.
O historiador obteve o grau de doutoramento pela Universidade de Nanjing em 1997, com uma tese sobre a história do desenvolvimento político do território. É um dos mentores da chamada Macaulogia, que um grupo de académicos locais tenta promover como disciplina desde o início da década de 1980.
Segundo nota publicada ontem pelo Gabinete de Comunicação Social, o Governo já aceitou o pedido do dirigente para a não renovação de mandato, que termina assim a 11 de Julho de 2010.
“O Chefe do Executivo, Chui Sai On, respeita a decisão do Senhor Victor Ng e manifesta o mais sincero agradecimento, dando testemunho público, pelo empenhamento, contributo e dedicação demonstrados pelo senhor Victor Ng, ao longo do seu mandato, em prol do desenvolvimento de Macau”, de acordo com o comunicado do Executivo.
Este elogia também o trabalho desempenhado pelo dirigente, afirmando que, sob a sua liderança, a Fundação Macau tem “promovido e fomentado o estudo e desenvolvimento das mais diversas acções nas diferentes áreas da sociedade de Macau, nomeadamente nas cultural, económica, educativa, científica e académica”.
O Chefe do Executivo irá agora nomear Wu Zhiliang para o cargo de presidente do Conselho de Administração da Fundação Macau, instituição pública cujos fundos têm origem numa taxa de 1,6 por cento sobre os lucros brutos da indústria do jogo local e se destinam a apoiar projectos de educação, culturais e filantrópicos.
Wu Zhiliang, nascido em 1964, é originário de Lianping, na província de Guangdong, tendo aprendido português na Universidade de Línguas Estrangeiras de Pequim. Em 1985, mudou-se para o território para trabalhar na empresa Zhu Kuan.
Acabaria por produzir algumas traduções para o Instituto Cultural, com as quais ganharia um bolsa de estudos que lhe permitiu frequentar a Universidade de Lisboa, onde esteve a estudar português durante 12 meses. O passo levou-o também a iniciar o curso de Direito na Universidade Católica Portuguesa, que acabaria por não terminar, regressando pouco depois a Macau para trabalhar no jornal Ou Mun.
Em 1988, é convidado a integrar os quadros da Fundação Macau, que tinha a seu cargo o processo de reestruturação da Universidade da Ásia Oriental. É desde 1992 membro do Conselho de Administração da instituição.
O historiador obteve o grau de doutoramento pela Universidade de Nanjing em 1997, com uma tese sobre a história do desenvolvimento político do território. É um dos mentores da chamada Macaulogia, que um grupo de académicos locais tenta promover como disciplina desde o início da década de 1980.
Segunda-feira, Junho 14, 2010
MRI FORUM (June 17th): Rock Carvings in Hong Kong, Macau and the Region – Description, Dating, Interpretation, Conservation, by William Meacham
MRI FORUM
Rock Carvings in Hong Kong, Macau and the Region – Description, Dating, Interpretation, Conservation
by William Meacham
Date & Time: Thursday, June 17th 2010, at 6:30PM
Venue: 澳門利氏學社 澳門荷蘭園大馬路95號E
Macau Ricci Institute, Av. Cons. Ferreira de Almeida, No. 95-E
Map www.riccimac.org/eng/contact/map.htm
Language: English
RSVP: To reserve your seat, please click on the following link
www.riccimac.org/eng/mriforum/registration.htm
or send an E-mail to forums@riccimac.org or call (853) 2853 2536
The forum will be chaired by César Guillén-Nuñez, Researcher of the Institute. It will be followed by a small cocktail party during which participants will have the opportunity to meet the speaker.
More on the Presentation
Hong Kong has several Bronze Age rock carvings, plus others possibly Early Iron Age but still debated. The discovery of a group of carvings on Coloane in Macau provided important information for that debate. Declared as monuments by the Hong Kong Government, these rock art sites are the only above-ground features left by the early population of the territory ca. 1000 B.C. Other rock art in the broader region is also described. In a presentation with 200+ slides, the dating and possible meaning of these mysterious patterns are discussed, along with the highly controversial conservation issue. Possible links with folk religious practices still surviving in Hong Kong area are examined.
More on the Speaker
William Meacham is an archaeologist who has been affiliated with the University of Hong Kong since 1980. Former Chairman (1985-96) of the Hong Kong Archaeological Society, he has written widely on the prehistory of the region. He has conducted numerous excavations in Hong Kong, including the 16-month salvage project on Chek Lap Kok island, and in 1985 directed the major excavation at Hac Sa Wan on Coloane. In 1976 he published the first study of the rock carvings in Hong Kong, and has recently produced an enlarged, bilingual, full color edition. Last year he was appointed one of four advisers to the Hong Kong Government on the conservation of the rock carvings.
Rock Carvings in Hong Kong, Macau and the Region – Description, Dating, Interpretation, Conservation
by William Meacham
Date & Time: Thursday, June 17th 2010, at 6:30PM
Venue: 澳門利氏學社 澳門荷蘭園大馬路95號E
Macau Ricci Institute, Av. Cons. Ferreira de Almeida, No. 95-E
Map www.riccimac.org/eng/contact/map.htm
Language: English
RSVP: To reserve your seat, please click on the following link
www.riccimac.org/eng/mriforum/registration.htm
or send an E-mail to forums@riccimac.org or call (853) 2853 2536
The forum will be chaired by César Guillén-Nuñez, Researcher of the Institute. It will be followed by a small cocktail party during which participants will have the opportunity to meet the speaker.
More on the Presentation
Hong Kong has several Bronze Age rock carvings, plus others possibly Early Iron Age but still debated. The discovery of a group of carvings on Coloane in Macau provided important information for that debate. Declared as monuments by the Hong Kong Government, these rock art sites are the only above-ground features left by the early population of the territory ca. 1000 B.C. Other rock art in the broader region is also described. In a presentation with 200+ slides, the dating and possible meaning of these mysterious patterns are discussed, along with the highly controversial conservation issue. Possible links with folk religious practices still surviving in Hong Kong area are examined.
More on the Speaker
William Meacham is an archaeologist who has been affiliated with the University of Hong Kong since 1980. Former Chairman (1985-96) of the Hong Kong Archaeological Society, he has written widely on the prehistory of the region. He has conducted numerous excavations in Hong Kong, including the 16-month salvage project on Chek Lap Kok island, and in 1985 directed the major excavation at Hac Sa Wan on Coloane. In 1976 he published the first study of the rock carvings in Hong Kong, and has recently produced an enlarged, bilingual, full color edition. Last year he was appointed one of four advisers to the Hong Kong Government on the conservation of the rock carvings.
Sexta-feira, Junho 11, 2010
Terça-feira, Junho 08, 2010
Arqueólogos descobrem troço da antiga muralha junto às Ruínas de São Paulo (Revista Macau, 31-05)
Uma equipa de arqueólogos da Academia Chinesa de Ciências Sociais, de Pequim, descobriu um troço da antiga muralha junta às Ruínas de São Paulo. De acordo com o Instituto Cultural (IC), que deu conta da notícia em nota enviada à imprensa, o troço da antiga muralha está localizado nas proximidades da parede norte da Fortaleza do Monte. O IC entende que se trata de “uma descoberta de grande valor para a leitura do tecido urbano e interpretação histórica da área”.
A primeira fase dos trabalhos de prospecção teve lugar após a demolição de dois edifícios que existiam no local e foi feita com exames de sondagem electromagnética, tendo ainda sido feitas escavações. Esta fase, diz o IC, permitiu “uma interpretação consistente sobre a distribuição subterrânea dos vestígios arqueológicos e informação mais completa sobre as antigas paredes do Colégio de S. Paulo, sobre a Fortaleza do Monte e sobre os vestígios encontrados na Travessa do Amparo”. Nesta escavação, encontrou-se uma parte do pavimento original, com cerca de 1,5m por 2,5m, composto de solo compactado, que apresenta indícios de ter seguimento na mesma direcção, tendo-se ainda feito outras descobertas: algumas relíquias que datam do período da Dinastia Qing, incluindo elementos de cerâmica, ladrilhos, telhas e beirados, bem como conchas e balas de canhão em pedra.
Noutro local onde se efectuaram também trabalhos de prospecção arqueológica, na zona correspondente ao Pátio do Espinho, descobriu-se um troço da antiga muralha de defesa, do lado norte da parede da Fortaleza do Monte, com cerca de 15,5m de comprimento, por 2,45m de altura e uma espessura de 1,27m. O Instituto Cultural explica que se está perante uma estrutura que fez uso de um sistema construtivo antigo que conta com um alinhamento de pelo menos cinco blocos de pedra como base e diversas camadas de uma mistura de solo de cor clara compactada em 5-10 cm, formando um emparelhamento sucessivo, que foi depois finalizado com tijolos cinzentos chineses na face exterior.
Um estudo comparativo com mapas antigos de 1760, 1886 e 1912 permitiu perceber que esses documentos gráficos ilustram precisamente esta antiga muralha da cidade, confirmando-se que se trata de um segmento de muralha de que há referências históricas importantes, procurando-se agora interpretar se se trata de um segmento que pertencia ao antigo Colégio de S. Paulo, se era parte do sistema defensivo, ou mesmo se serviria as duas vertentes de uso. O IC entende que se justifica continuar os trabalhos de prospecção arqueológica também na área onde se encontram ainda dois edifícios, que deverão então ser demolidos.
A primeira fase dos trabalhos de prospecção teve lugar após a demolição de dois edifícios que existiam no local e foi feita com exames de sondagem electromagnética, tendo ainda sido feitas escavações. Esta fase, diz o IC, permitiu “uma interpretação consistente sobre a distribuição subterrânea dos vestígios arqueológicos e informação mais completa sobre as antigas paredes do Colégio de S. Paulo, sobre a Fortaleza do Monte e sobre os vestígios encontrados na Travessa do Amparo”. Nesta escavação, encontrou-se uma parte do pavimento original, com cerca de 1,5m por 2,5m, composto de solo compactado, que apresenta indícios de ter seguimento na mesma direcção, tendo-se ainda feito outras descobertas: algumas relíquias que datam do período da Dinastia Qing, incluindo elementos de cerâmica, ladrilhos, telhas e beirados, bem como conchas e balas de canhão em pedra.
Noutro local onde se efectuaram também trabalhos de prospecção arqueológica, na zona correspondente ao Pátio do Espinho, descobriu-se um troço da antiga muralha de defesa, do lado norte da parede da Fortaleza do Monte, com cerca de 15,5m de comprimento, por 2,45m de altura e uma espessura de 1,27m. O Instituto Cultural explica que se está perante uma estrutura que fez uso de um sistema construtivo antigo que conta com um alinhamento de pelo menos cinco blocos de pedra como base e diversas camadas de uma mistura de solo de cor clara compactada em 5-10 cm, formando um emparelhamento sucessivo, que foi depois finalizado com tijolos cinzentos chineses na face exterior.
Um estudo comparativo com mapas antigos de 1760, 1886 e 1912 permitiu perceber que esses documentos gráficos ilustram precisamente esta antiga muralha da cidade, confirmando-se que se trata de um segmento de muralha de que há referências históricas importantes, procurando-se agora interpretar se se trata de um segmento que pertencia ao antigo Colégio de S. Paulo, se era parte do sistema defensivo, ou mesmo se serviria as duas vertentes de uso. O IC entende que se justifica continuar os trabalhos de prospecção arqueológica também na área onde se encontram ainda dois edifícios, que deverão então ser demolidos.
Projectos culturais de Macau candidatos a Património Cultural Intangível da China (Revista macau, 24-05)
O Ministério de Cultura publicou este mês a lista recomendada dos itens a serem inscritos no terceiro lote da Lista do Património Cultural Intangível da China. Desta lista fazem parte três candidaturas de Macau: Naamyam - Canto narrado, a Música Ritual Taoista de Macau e o Festival do Dragão Embriagado. De acordo com as regras para a constituição da lista de património intangível, o Ministério de Cultura solicitou a especialistas a avaliação de 3136 candidaturas de 31 províncias, regiões autónomas e municípios directamente subordinados ao Governo Central, bem como às regiões administrativas especiais de Hong Kong e de Macau. Após uma apreciação do valor das candidaturas, o Comité de Avaliação seleccionou 349 candidaturas para integrarem a lista recomendada, das quais 190 são novas e 159 constituem uma extensão das já inscritas.
Todas as candidaturas de Macau ficaram aprovadas: Naamyam - Canto Narrado constitui um novo item da categoria Quyi (narrações folclóricas, diálogos cómicos, recitações cantadas, etc.); a Música Ritual Taoista de Macau é uma extensão do item Música Taoista, da categoria “Música tradicional”; e o Festival do Dragão Embriagado representa uma extensão do item Crenças e Costumes Populares da categoria Folclore.
A lista recomendada encontra-se agora sujeita a consulta pública. Findo a auscultação, o Conselho do Estado vai publicar oficialmente os resultados do terceiro lote da Lista do Património Cultural Intangível da China.
Todas as candidaturas de Macau ficaram aprovadas: Naamyam - Canto Narrado constitui um novo item da categoria Quyi (narrações folclóricas, diálogos cómicos, recitações cantadas, etc.); a Música Ritual Taoista de Macau é uma extensão do item Música Taoista, da categoria “Música tradicional”; e o Festival do Dragão Embriagado representa uma extensão do item Crenças e Costumes Populares da categoria Folclore.
A lista recomendada encontra-se agora sujeita a consulta pública. Findo a auscultação, o Conselho do Estado vai publicar oficialmente os resultados do terceiro lote da Lista do Património Cultural Intangível da China.
Segunda-feira, Junho 07, 2010
Sábado, Maio 15, 2010
Criminalidade diminuiu 14% no primeiro trimestre (Dia'rio Digital, 14-05)
A criminalidade em Macau caiu 14 por cento no primeiro trimestre do corrente ano, com o registo de 2839 delitos, anunciou hoje o Secretário para a Segurança, ao salientar que a situação do território mantém-se estável.
Em declarações aos jornalistas, Cheong Kuoc Vá salientou que a criminalidade violenta registou uma redução de 16 por cento, tendo-se registado apenas um caso de homicídio entre janeiro e março.
A maioria dos crimes praticados em Macau estão incluídos na rubrica dos delitos contra o património e contra a pessoa, que traduzem, respetivamente, 1595 casos e 535 casos, disse o governante, sublinhando que estes números representam decréscimos de 12 por cento, respetivamente face aos três primeiros meses de 2009.
Apenas os crimes de extorsão e de usura registaram aumentos de um e dois casos designadamente, enquanto os delitos de ameaça caíram 45 por cento.
Entre janeiro e março, as autoridades de Macau registaram um decréscimo de 18 por cento dos crimes de aliciamento, auxílio, acolhimento e emprego de imigrante ilegal, uma quebra de 31 por cento dos casos de consumo de droga e um aumento de 18,5 por cento nos casos de tráfico e venda de estupefacientes.
Foram também detetadas pelas autoridades 8490 pessoas em situação de clandestinidade, das quais mais de sete mil cidadãos da China excederam o tempo de permanência, bem como 968 estrangeiros e 250 entraram ilegalmente na região com origem da China, números que representam decréscimos face a igual período de 2009.
No primeiro trimestre, as autoridades de Macau registaram ainda um total de 21 casos de delinquência juvenil, menos 30 por cento do que no período homólogo de 2009, que envolveram 41 menores.
Nos três primeiros meses do ano foram detidos e enviados ao Ministério Público 963 suspeitos por infracções criminais.
Cheong Kuoc Vá salientou que «apesar da situação de segurança de Macau ser estável, as forças policiais vão prosseguir as suas ações preventivas e repressivas, especialmente no combate ao tráfico de droga e condução em estado de embriaguez, que registaram aumentos».
«Vamos também seguir com atenção a evolução das novas tendências delituosas adoptando medidas eficazes para garantir a tranquilidade social», acrescentou.
Diário Digital / Lusa
Em declarações aos jornalistas, Cheong Kuoc Vá salientou que a criminalidade violenta registou uma redução de 16 por cento, tendo-se registado apenas um caso de homicídio entre janeiro e março.
A maioria dos crimes praticados em Macau estão incluídos na rubrica dos delitos contra o património e contra a pessoa, que traduzem, respetivamente, 1595 casos e 535 casos, disse o governante, sublinhando que estes números representam decréscimos de 12 por cento, respetivamente face aos três primeiros meses de 2009.
Apenas os crimes de extorsão e de usura registaram aumentos de um e dois casos designadamente, enquanto os delitos de ameaça caíram 45 por cento.
Entre janeiro e março, as autoridades de Macau registaram um decréscimo de 18 por cento dos crimes de aliciamento, auxílio, acolhimento e emprego de imigrante ilegal, uma quebra de 31 por cento dos casos de consumo de droga e um aumento de 18,5 por cento nos casos de tráfico e venda de estupefacientes.
Foram também detetadas pelas autoridades 8490 pessoas em situação de clandestinidade, das quais mais de sete mil cidadãos da China excederam o tempo de permanência, bem como 968 estrangeiros e 250 entraram ilegalmente na região com origem da China, números que representam decréscimos face a igual período de 2009.
No primeiro trimestre, as autoridades de Macau registaram ainda um total de 21 casos de delinquência juvenil, menos 30 por cento do que no período homólogo de 2009, que envolveram 41 menores.
Nos três primeiros meses do ano foram detidos e enviados ao Ministério Público 963 suspeitos por infracções criminais.
Cheong Kuoc Vá salientou que «apesar da situação de segurança de Macau ser estável, as forças policiais vão prosseguir as suas ações preventivas e repressivas, especialmente no combate ao tráfico de droga e condução em estado de embriaguez, que registaram aumentos».
«Vamos também seguir com atenção a evolução das novas tendências delituosas adoptando medidas eficazes para garantir a tranquilidade social», acrescentou.
Diário Digital / Lusa
Sábado, Abril 17, 2010
FREE CHINA MAP COLOURING MAP for Children (Berkshire)
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